Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença.

Tantas vezes citado, o conceito adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, longe de ser uma realidade, simboliza um compromisso, um horizonte a ser perseguido. Remete à idéia de uma “saúde ótima”. Saúde não é um “estado estável”, que uma vez atingido não passe por mudanças.  A própria compreensão de saúde demanda um alto grau de subjetividade e determinação histórica, na medida em que indivíduos e sociedades consideram ter mais ou menos saúde dependendo do momento, do referencial e dos valores que atribuam a uma situação.

Os cuidados com físico e a estética pessoal infelizmente ainda são associados a algo superficial, sendo considerado como de menor importância.

Este tipo de preconceito revela um pensamento retrogrado, já que cuidar do próprio físico – sem transformá-lo em uma obsessão – é tratar do próprio bem de forma global. Para se sentir bem por dentro, é necessário também se sentir bem por fora.

Afinal  a relação com o próprio corpo pode relevar marcas de nossa história pessoal: sentir-se bonito é um sinal de boa saúde mental. Preocupar-se com a própria higiene, com seu cheiro ou com a harmonia e a beleza do próprio corpo não é superficial: é sinal de amor próprio.

Quem nunca ouviu que as grandes mudanças geralmente vem  acompanhadas de uma mudança de imagem?. Às vezes as pessoas sentem que querem uma mudança radical, mas não sabem como encará-la. Falta a inspiração ou os meios, mas não a vontade.

É por isso que uma mudança física pode ser o inicio  da motivação para tomar outro tipo de decisão ou para assumir outro tipo de rotina. 

 

Thais Martins Santos

Psicóloga da Clinlife

CRP 04 24 638

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