Vamos começar entendendo o que é a “tomada de decisão”.

Segundo algumas definições temos:

“É um processo cognitivo que resulta na seleção de uma opção entre várias alternativas. É amplamente utilizada para incluir preferência, inferência, classificação e julgamento, quer consciente ou inconsciente.”

“Uma decisão é uma resolução ou determinação que se toma relativamente a algo. Conhece-se como tomada de decisões o processo que consiste em realizar uma escolha entre diversas alternativas. A tomada de decisões pode aparecer em qualquer contexto da vida diária, seja a nível profissional, sentimental, familiar, etc.. O processo, na sua essência, permite resolver os vários desafios que deve enfrentar uma pessoa.”

Vamos para um conceito simples de somatizar:

“Se refere a uma ou várias queixas físicas, que uma investigação adequada não revele existência de patologia orgânica ou mecanismo patofisiológico que expliquem a intensidade da queixa física. Geralmente é considerada resultado como resposta a um sofrimento psicológico.”

Diariamente praticamos uma atividade, a tomada de decisão, de uma forma ou de outra. Até quando decidimos não tomar decisão alguma, estamos decidindo. A tomada de decisões faz parte constante de nosso cotidiano.

Pequenas ou grandes decisões, na maioria das situações são tomadas baseadas em nossas emoções, mas também temos a razão envolvida, por isso a necessidade de haver um equilíbrio entre razão e emoção.

Por vezes nos vemos diante de momentos que em precisamos decidir. Quanto mais adiamos, guardamos para nós, pensamos repetidas vezes sobre determinado assunto, mais difícil se torna “olhar para aquilo” e resolver.

Sabe aquela dor de cabeça que surge e não entendemos o motivo? Pensamos, raciocinamos sobre nossas preocupações diárias e não encontramos um motivo para ela estar ali “nos incomodando”?

Pois então, podemos estar diante de uma decisão a tomar, sabemos o que é preciso fazer e quanto mais adiamos, mais nos afligimos e ficamos temerosos, um dos sintomas que podem aparecer é a dor de cabeça.

Quando não resolvemos o que precisa, o nosso corpo nos dá alertas e precisamos ficar atentos ao que o nosso corpo manifesta. A dor de cabeça pode ser uma somatização daquela decisão que eu não tomo.

Estar diante de decisões, principalmente grandes decisões pode não ser uma tarefa das mais fáceis, porém é preciso.

Quando estivermos diante de uma decisão a ser tomada, soubermos o que é preciso ser feito, o ideal é decidirmos e nos comprometermos com as implicações que ela vai trazer.

Se o nosso corpo começa a refletir, é porque está “pesado”, é importante pensar e buscar alívio para aquele incômodo, mesmo que para isso seja necessário decidir e quem sabe promover uma mudança em sua vida.

 
Fernanda Dias
Psicóloga Clinlife
CRP 04/27335

 

 

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